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FORMAÇÃO CATEQUÉTICA
JESUS
CRISTO
Deus não abandona o homem e, apesar
do pecado do homem, Ele, por seu infinito amor, oferece-lhe
uma nova oportunidade de chegar à plena felicidade.
Promete-lhe um Salvador que nascerá de uma mulher
(Gn 3,15). Jesus, o Messias esperado O Senhor Jesus é
o Salvador anunciado pelo Gênesis. Ele é o
“Messias”, o enviado de Deus. É o Verbo
(Jo 1,1), o Filho de Deus, a Segunda Pessoa da Santíssima
Trindade, que se encarnou (se fez homem) pela Virgem Maria,
para a nossa Salvação.
Eis uma prova do amor de Deus por nós:
“Porque tanto amou Deus ao mundo, que deu seu Filho
Único, para que todo o que crer n’Ele não
morra, mas tenha a vida eterna” (Jo 3,16). Jesus,
Deus feito homem, é o esperado pela humanidade, para
curar as feridas do pecado.
Em Jesus Cristo se cumprem todas as profecias
e sua vinda ao mundo acaba com toda a expectativa, pois
Jesus Cristo veio nos trazer a salvação: veio
nos reconciliar. Cristo Reconciliador A importância
de Cristo para nossas vidas, concentra-se na sua missão
de reconciliador (2Cor 5,18-19). Pelo mistério de
sua Paixão – Morte – Ressurreição,
Cristo tem sanado em nós as rupturas geradas pela
pecado. Cristo nos reconcilia:
- COM DEUS: Cristo restaura a semelhança
perdida, tornando possível ao homem comunicar-se
novamente com o Pai. Limpa a Imagem Divina, obscurecida
pelo pecado e à partir desta reconciliação
fundamental, abre-nos o caminho para as demais reconciliações.
- CONOSCO MESMO: Cristo permite que nos
reconciliemos conosco mesmo. Ele é o modelo do
homem reconciliado, sendo idêntico a qualquer um
de nós em tudo, menos no pecado (HB 2,17-18). Ele
nos mostra como viver uma vida autêntica, plena,
e nos mostra quem somos verdadeiramente.
- COM OS DEMAIS: Cristo passou pelo mundo
“fazendo o bem” (At 10,38) e estabeleceu o
mandamento do amor (Jo 15,12-17). Com sua palavra e sua
entrega, ensinou que não há maior amor que
dar a própria vida (Jo 15,13), sendo que Ele mesmo
“amou até ao extremo” (Jo 13,1).
A
IGREJA
Novo povo de Deus. Deus não quis
salvar os homens isoladamente, mas quis que cada um escolhesse
a salvação, formando parte de um mesmo povo.
Por isso, escolheu na antigüidade o povo de Israel
e preparou-o para receber o Messias (Gn 12,2-3), refazendo
a Antiga Aliança de Deus com Israel. Cristo veio
estabelecer a Aliança Nova e Eterna, veio chamar
todos os homens, este Novo Povo de Deus que caminha para
a salvação.
Este novo Povo de Deus é a Igreja.
Corpo Místico de Cristo Todos os cristãos
estão unidos a Cristo de maneira misteriosa, porém
real. Esta união se dá em virtude do Batismo
e por ela, somos membros do Corpo Místico de Cristo,
que é a Igreja. Neste Corpo, cada um de seus membros
tem uma função específica, de acordo
com os dons recebidos do Espírito Santo.
Cada membro é insubstituível
em sua função. Cristo é a cabeça
deste Corpo Místico (Col 1,15-18): todos os membros
devem conformar-se a Ele. Humana e Divina A Igreja é:
Humana: Porque é composta por homens que são
pecadores e falíveis, mas que buscam nela a salvação
e a perfeição, ou seja, a santidade. Divina:
Porque foi instituída pelo Senhor Jesus, Deus feito
homem (Mt 16,18), e também porque é permanentemente
assistida pelo Espírito Santo (At 2,1ss), Una, Santa,
Católica e Apostólica. Ao professar nossa
fé, afirmamos que a Igreja é:
- Una: Porque Cristo fundou
uma só Igreja. Ela possui uma só fé,
um culto igual em todo o mundo e em todos os idiomas,
uma só autoridade eu é o Papa (juntamente
com o Bispos).
- Santa: Porque como instituição
fundada por Cristo, não tem mancha de pecado. É
Santa em sua cabeça: Jesus Cristo, Santa em sua
Doutrina, Santo é o Espírito que a vivifica
e os Sacramentos que administra, transmitem santidade.
Seus membros (os homens) podem cair, e de fato caem, mas
o Espírito que os anima permanece sempre puro,
purificando e reconciliando os membros e impedindo que
“as portas do inferno prevaleçam sobre ela”
(Mt 16,18).
- Católica: Porque é
universal e todos os homens são chamados a incorporar-se
à Igreja.
- Apostólica: Porque
crê nos apóstolos e ensina tudo o que eles
pregaram; porque os fiéis se submetem a seus pastores,
reconhecendo neles, os sucessores dos apóstolos.
O
CREDO
O Credo é a síntese das
verdades, nas quais todo o cristão deve crer. Nele,
professamos a nossa Fé: "Creio em Deus Pai,
Todo-Poderoso, Criador do céu e da terra. E em Jesus
Cristo, seu Único Filho, Nosso Senhor; que foi concebido
pelo poder do Espírito Santo. Nasceu da Virgem Maria.
Padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto
e sepultado, desceu à mansão dos mortos, ressuscitou
ao terceiro dia, subiu aos céus, está sentado
à direita de Deus Pai Todo-Poderoso, donde há
de vir a julgar os vivos e os mortos. Creio no Espírito
Santo, na Santa Igreja Católica, na comunhão
dos santos, na remissão dos pecados, na ressurreição
da carne e na vida eterna. Amém."
O que afirmamos no Credo?
01-CREIO EM DEUS PAI, TODO-PODEROSO,
CRIADOR DO CÉU E DA TERRA: Há
um só Deus eterno; n’Ele há três
pessoas: Pai, Filho e Espírito Santo. O poder de
Deus é infinito, pois Ele é o criador de tudo.
02-E EM JESUS CRISTO, SEU ÚNICO FILHO,
NOSSO SENHOR: Jesus Cristo é o Filho
de Deus, é a Segunda Pessoa da Santíssima
Trindade, que se fez homem para nos salvar.
03-QUE FOI CONCEBIDO PELO PODER DO ESPÍRITO
SANTO. NASCEU DA VIRGEM MARIA: Jesus Cristo
se encarnou (tomou a natureza humana) por obra do Espírito
Santo (mistério) e para isso, escolheu uma Mãe:
Maria. Ele é realmente a Mãe de Deus e, por
graça especial do mesmo Deus, concebeu a Jesus sendo
virgem, nela permanecendo durante e depois do parto.
04-PADECEU SOB PONCIO PILADO, FOI CRUCIFICADO,
MORTO E SEPULTADO: Cristo morreu, para nos
salvar. Na época em que Pôncio Pilatos era
o governador romano da Judéia, Jesus Cristo foi preso
como uma criminoso e sofreu dolorosa paixão, até
morrer.
05-DESCEU À MANSÃO DOS MORTOS:
Com sua morte, Jesus permitiu a entrada ao céu de
todos aqueles justos, que morreram antes da sua encarnação.
06-RESSUSCITOU AO TERCEIRO DIA:
Jesus Cristo venceu a morte e o pecado; ressuscitou dentre
os mortos, dando testemunho de seu poder e de sua divindade.
07-SUBIU AOS CÉUS ONDE ESTÁ SENTADO
À DIREITA DE DEUS PAI, TODO-PODEROSO:
Depois da sua ressurreição, Jesus Cristo permaneceu
40 dias na terra, instruindo os apóstolos e, terminado
esse tempo, subiu aos céus, glorioso e triunfante.
08-DONDE HÁ DE VIR A JULGAR OS VIVOS
E OS MORTOS: Ao final dos tempos, Jesus Cristo
virá julgar definitivamente, vivos e mortos. Aqueles
que optarem por Deus ao longo de suas vidas e se purificarem
de suas faltas aqui na terra, mantendo sua opção
e morrendo em estado de graça, receberão,
como recompensa, a felicidade eterna junto a Deus do céu.
Quem também optou por Deus, morreu em estado de graça
mas ainda deve purificar-se das faltas antes cometidas,
permanecerá em um estado intermediário (purgatório)
até que, plenamente conformado em Cristo, gozará
da felicidade eterna junto a Deus. Quem ao longo de sua
vida optou contra o Amor e a Verdade, e morrendo afastado
de Deus, encontra como conseqüência de sua opção
a distância eterna do Senhor, a infelicidade eterna,
no inferno.
09-CREIO NO ESPÍRITO SANTO:
É a Terceira Pessoa da Santíssima Trindade
e com seus dons, vivifica constantemente os fiéis.
10-NA SANTA IGREJA CATÓLICA:
A Igreja, fundada por Jesus Cristo e assistida pelo Espírito
Santo, é a reunião de todos os batizados,
numa comunidade que busca ser fiel ao Senhor e à
sua vontade, alcançando assim a salvação.
Tem a missão de fazer com que todos os homens conheçam
Jesus Cristo, e também de fazer com que seu Reino
se estenda por todo o mundo.
11-NA COMUNHÃO DOS SANTOS:
Estamos todos unidos no mesmo Corpo Místico de Cristo:
os fiéis vivos, na Igreja Militante e Peregrina;
os mortos que se purificam, buscando sua plena conformação
com Cristo, na Igreja Purgante; quem já goza da felicidade
no Amor de Deus, na Igreja Triunfante. Uma União
Comum (comum união), um vínculo real e misterioso;
significa que as boas obras de cada membro da Igreja reverte
a todos os demais, entre todos os membros da Igreja (incluindo
os vivos e os mortos na graça).
12-NA REMISSÃO DOS PECADOS:
Jesus Cristo dá à Igreja, pelo Sacramento
da Penitência e pela realização de seus
sacerdotes, o poder de perdoar os pecados, de apagá-los.
13-NA RESSURREIÇÃO DA CARNE:
Como Cristo ressuscitou, assim também todos aqueles
que se conformam plenamente a Ele, ressuscitarão.
14-NA VIDA ETERNA. AMÉM:
Uma vez ressuscitados, viveremos eternamente.
OS
MANDAMENTOS
Sentido da moral cristã Deus quer
o melhor para o homem; esta é a moral cristã
estabelecida por Deus. Todo preceito busca conduzir o homem,
à realização mais plena e autêntica
de sua natureza, no amor. A religião cristã
não é uma religião de preceitos, de
cumprir leis, mas é uma religião de amor.
Assim se deve entender os mandamentos e, antes de tudo,
o encontro com o Deus vivo. Os dez Mandamentos, Os Mandamentos
de Deus nos chamam a:
01-AMAR A DEUS SOBRE TODAS
AS COISAS: Crer, amar, confiar, adorar a Deus.
Não adorar falsos deuses.
02-NÃO TOMAR SEU SANTO
NOME EM VÃO: Cumprir toda promessa
feita a Deus ou em nome de Deus. Evitar todo juramento inútil,
não jurar em falso, nem falar mal de Deus ou da religião
(blasfemar).
03-GUARDAR OS DOMINGOS E FESTAS:
Participar da Missa todos os domingos e festas de guarda,
com atenção e reverência.
04-HONRAR PAI E MÃE:
Amar, respeitas, obedecer e socorrer aos pais. Cobrir as
necessidades dos filhos, educando-os, corrigindo-os e dando-lhes
bom exemplo.
05-NÃO MATAR:
Respeitar a vida natural e sobrenatural (espiritual); respeitar
a honra e a fama, rechaçar o homicídio, o
suicídio e qualquer ofensa. Não praticar nem
colaborar em abortos. Rejeitar todo tipo de violência.
06-NÃO PECAR CONTRA
A CASTIDADE: Guardar a pureza e a castidade
(domínio e moderação dos próprios
desejos sexuais). Repelia a luxúria (apetites sexuais
desordenados), a fornicação, a masturbação
e qualquer ocasião de pecado.
07-NÃO FURTAR:
Respeitar o direito da propriedade e pagar as dívidas.
Reparar os danos espirituais e materiais. Rechaçar
toda forma de roubo, vigarice, usura, prejuízo ou
acumulação improdutiva de riqueza.
08-NÃO LEVANTAR FALSO
TESTEMUNHO: Respeitar a verdade, a reputação
do próximo, a honra e a fama. Rechaçar a mentira,
a hipocrisia, a calúnia, a adulação
(elogio falso e interessado), a fofoca, juízos ou
comentários tendenciosos.
09-NÃO DESEJAR A MULHER
DO PRÓXIMO: Fidelidade conjugal, pureza,
castidade e respeito ao casal e ao esposo ou esposa do próximo.
10.-NÃO COBIÇAR
OS BENS ALHEIOS: Respeitar a propriedade dos
demais, repelir a inveja, a ambição e a avareza.
OS
5 MANDAMENTOS DA IGREJA
01-Participar da Missa inteira aos domingos
e festas de guarda.
02-Confessar os pecados, pelo menos uma
vez ao ano, quando se vai comungar e em perigo de morte.
03-Comungar no mínimo uma vez ao
ano, pela Páscoa da Ressurreição.
04-Jejuar e abster-se de comer carne, quando
pede a Igreja.
05-Contribuir com o sustento da Igreja
de Deus, na medida das possibilidades de cada um (pagar
o dízimo).
A
GRAÇA
O que é a graça?
Ser cristão não é fácil, mas
Deus não nos abandona. Para que possamos ser autênticos
cristãos, Deus nos dá um Dom muito especial:
a Graça.
A graça é a participação
na vida de Deus: Ele nos comunica sua própria vida,
que é tal qual uma força interior que nos
move a fazer o bem.
A graça requer nossa cooperação
e só é eficaz, se eu colaboro com ela, com
meu próprio esforço. Obtêm-se a graça
principalmente pela oração, as boas obras
e os sacramentos.
A graça e os Sacramentos:
Os meios mais importantes através dos quais
Deus nos concede a graça, são os Sacramentos.
Ele foram instituídos por Jesus Cristo e são
sinais sensíveis e eficazes que produzem e significam
a graça.
SINAIS: Porque
tem um elemento formal (palavras) e um elemento material
(coisas), que significam uma realidade concreta.
SENSÍVEIS:
Porque podemos percebê-los materialmente, pelo sentidos.
EFICAZES: Porque
realizam realmente aquilo que significam: produzem (transmitem
de Deus) a graça.
OS SACRAMENTOS
Os Sacramentos são sete e são todos administrados
pela Igreja.
01-BATISMO: nos
faz cristãos, filhos de Deus e membros da Igreja,
ou seja, nascemos para a Vida Divina.
02-CONFIRMAÇÃO
ou CRISMA: recebemos os dons do Espírito
Santo e nos tornamos soldados e apóstolos de Cristo.
03-PENITÊNCIA ou CONFISSÃO:
perdoa os pecados cometidos depois do Batismo. Devemos nos
confessar pelo menos uma vez ao ano, em perigo de morte,
ou quando nossa consciência nos acusa de pecado grave.
Uma boa confissão requer: a) Exame de consciência.
b) Arrependimento dos pecados. c) Propósito firme
e sincero de não mais pecar. d) Dizer todos os pecados.
e) Cumprir a penitência. Além de perdoar os
pecados e nos dar a graça, este sacramento também
nos dá forças para lutar contra as tentações.
04-EUCARISTIA:
instituída por Jesus Cristo na Última Ceia,
é a re-atualização do sacrifício
de Cristo. No momento da consagração, se fazem
presentes real, verdadeira e substancialmente o Corpo e
o Sangue de Cristo, sob a forma de pão e vinho.
05-UNÇÃO DOS
ENFERMOS: é o sacramento que alivia
e conforta o cristão gravemente enfermo; estando
arrependido e não podendo confessar-se, o enfermo
tem seus pecados perdoados; ele dá forças
ao doente para resistir às tentações
e ajuda a suportar a enfermidade. Também podem recebê-lo
as pessoas que não estão em perigo de mortes,
mas estejam com idade avançada. Todo cristão,
enfermo, idoso ou que esteja correndo risco de vida, deve
receber este sacramento, enquanto estiver fazendo bom uso
da razão.
06-ORDEM: ordena
sacerdotes, para que atuem em nome e na pessoa de Cristo,
no serviço a Deus e à Igreja. O Sacramento
da Ordem lhes dá a faculdade específica de
transmitir a graça de Deus.
07-MATRIMÔNIO:
santifica a união de um só homem com uma só
mulher, ate’ que a morte os separe; dá-lhes
também a graça para cumprir seus deveres de
esposos e de pais.
BATISMO E CONFIRMAÇÃO
BATISMO: Pelo Batismo, o novo cristão
recebe o Espírito Santo, nasce para a vida da graça
e torna-se Filho de Deus; incorpora-se a Cristo e à
seu Corpo Místico que é a Igreja. Quando um
homem é batizado, desprende-se de tudo quanto o separa
de Deus. Renuncia ao mal, ao demônio e às suas
tentações; promete dar testemunho de Cristo
e viver como cristão. O Batismo supõe a fé,
por isso, quando se batiza uma criança, deve-se garantir
que será instruída na fé, através
de seus pais e padrinhos. Ele é indispensável
para a salvação e habilita o cristão
a receber os outros sacramentos. A água do Batismo
representa a graça que nos purifica do pecado, incorporando-nos
a Cristo e à sua Igreja.
CONFIRMAÇÃO ou
CRISMA: A Confirmação é
a plenitude do Batismo. Por este Sacramento somos fortalecidos,
recebemos mais uma vez o Espírito Santos, que nos
concede seus dons na ordem de sua missão. Através
desta missão, o crismado, já humana e espiritualmente
amadurecido se compromete livre, voluntária e conscientemente
a estender o Reino de Cristo na terra, trabalhando ativamente
para a salvação dos homens. No mundo em que
vivemos, abraçar esta missão implica esforço
e luta. Por isso, o crismado se converte em apóstolo
e soldado de Cristo.
OS DONS DO ESPÍRITO
SANTO
Os dons que o Espírito Santo concede ao crismado,
são:
01-ENTENDIMENTO:
ilumina nossa inteligência para captar as verdades
reveladas por Deus.
02-CIÊNCIA:
ilumina nossa inteligência para julgar retamente a
realidade das coisas criadas, de acordo com o Plano de Deus.
03-TEMOR DE DEUS:
é o profundo respeito e reverência que temos
frente a Deus, levando-nos a amar e cumprir sua Vontade,
afastando-nos do pecado.
04-SABEDORIA:
nos faz fixar a vista no fim para o qual fomos criados.
Conformados a ele, nos faz julgar as coisas da terra e familiarizar-nos
com as coisas de Deus.
05-CONSELHO:
nos ajuda a entender com prontidão o que se deve
fazer em circunstâncias concretas, especialmente as
mais difíceis.
06-FORTALEZA:
nos dá força e energia para lutar o “combate
da fé”, e também enfrentar as dificuldades
que se nos apresentam, por sermos coerentes com nossa fé.
07-PIEDADE: nos
faz ter maior amor a Deus, nosso Pai. Somos crismados por
meio da unção em nossa testa, feita com o
Óleo do Crisma. Esta unção significa
que nos convertemos em soldados de Cristo, marcados por
Deus para trabalhar pela salvação do mundo.
OS SETE PECADOS
CAPITAIS
Os pecados capitais são pecados
"cabeças", princípios, pontos de
partida de outros pecados. São sete: soberba,
avareza, luxúria, ira, gula, inveja e preguiça.
Os demais pecados por nós cometidos são sempre
uma variação de um dos pecados capitais, ou
ainda, uma combinação dos pecados capitais.
Vejamos cada um deles denunciados
pela Palavra de Deus.
1. Soberba: relativo ao
nosso orgulho, onde nos achamos melhor que todo mundo, não
respeitando o próximo e passando por cima de tudo
e de todos. Você se torna o seu próprio Deus
pois a glória de tudo o que você faz sempre
vai para você mesmo. O seu umbigo passa a ser o centro
do universo. (Eclo 10,15; Romanos 3,27; Gálatas 6,4;
Mateus 18,3)
2. Avareza: relativo ao
apego e ao amor ao dinheiro. O dinheiro passa a ser tudo
para você e você acredita que com o dinheiro
pode fazer tudo e comprar tudo, inclusive as pessoas. As
pessoas passam a valer menos que seu dinheiro. Seu deus
se torna o dinheiro. (Mt 6,24; 1Timóteo 6,10; Marcos
10,21-22; João 12,5-6).
3. Luxúria: relativo
ao apego aos prazeres sexuais. Sua vida passa a girar em
torno do sexo. Se você vê um homem/mulher já
pensa em sexo. Como exemplo da luxúria podemos citar:
o adultério (traição) e a fornicação
(sexo no namoro ou sexo fora do casamento), cobiçar
a mulher/homem do próximo, a masturbação,
o homossexualismo e lesbianismo, a zoofilia (sexo com animais).
(2Pedro 2,13; Levítico 18, 20.22; Êxodo 20,17;
Mateus 5,27; 1Coríntios 6,15; Gênesis 38,9-10).
4. Ira: quando brigamos
a qualquer momento e com qualquer pessoa mesmo sem ter motivo.
Quando guardamos mágoa ou rancor por alguém
e não perdoamos as 70x7 que Jesus nos manda. (Mt
5,22; 21,12; 23,27).
5. Gula: quando comemos
até não agüentar mais, chegando até
mesmo a passar mal. Quando já saciamos nossa fome
mas comemos o bife do outro deixando-o sem comida. (Filipenses
3,19; Isaías 5,11).
6. Inveja: quando queremos
ter algo igual só porque nosso próximo tem,
trata-se do famoso olho gordo. Relativo a cobiça
e a todo tipo de inveja, inveja da mulher, inveja das amizades,
inveja do emprego, inveja dos bens materiais, etc. (Sabedoria
2,24; Gênesis 4,1-16; Mateus 10,42-43; 20,1-16; Gênesis
37,4; 1Samuel 18,6-16).
7. Preguiça: quando
temos todo tempo do mundo a nossa disposição
e mesmo assim deixamos de fazer as boas coisas em função
de Deus e do próximo. (Eclesiástico 33,28-29;
Provérbios 24,30-31; Ezequiel 16,49; Mt 20,6)
O ANO CATEQUÉTICO
O Ano Catequético tem como tema:
“CATEQUESE , CAMINHO PARA O DISCIPULADO” e lema:
“Nosso coração arde quando Ele fala,
explica as Escrituras e parte o pão” (Lc 24,13-35).
O objetivo do ano catequético é dar novo
impulso à catequese como serviço eclesial
e como caminho para o discipulado.
A busca de um novo impulso à catequese, levando
à consciência de que a catequese é uma
dimensão de toda ação evangelizadora.
Uma ação eclesial só é evangelizadora
se também catequiza. Catequese não é
portanto, uma ação restrita aos ministros
da catequese, mas é de todo cristão. Com isso
há necessidade de recuperar a concepção
de catequese como processo permanente de educação
da fé e não somente em vista à preparação
aos sacramentos.
Catequese como caminho para o discipulado, traz presente
a necessidade do encontro pessoal com Jesus Cristo e conseqüentemente
o seguimento e missão, todo discípulo é
missionário, são as duas faces de uma mesma
realidade, conforme afirma o Documento de Aparecida.
PROPOSTAS DE ATIVIDADES
A CNBB, através da Comissão Episcopal Pastoral
para Animação Bíblico-Catequética,
convoca a Igreja do Brasil para o Ano Catequético
Nacional de 2009 e apresenta como instrumento de trabalho
o TEXTO-BASE.
Este subsídio para o grande mutirão catequético
está centrado na iniciação à
vida cristã, no discipulado missionário, à
luz do itinerário dos discípulos de Emaús
(Lc 24,13-35). Está organizado em três partes,
seguindo o método ver-julgar-agir, resgatado e valorizado
no Documento de Aparecida (DA 19) e presente também
no Diretório Nacional de Catequese (DNC 157).
O ENCONTRO COM O RESSUSCITADO: APRENDER, CAMINHANDO
COM O MESTRE. A primeira parte, seguindo o relato
dos Discípulos de Emaús, se fundamenta na
experiência do encontro com o Ressuscitado - Aprender
caminhando com o Mestre.
A PALAVRA DO RESSUSCITADO: APRENDER, OUVINDO O
MESTRE. A segunda parte tem como fundamento a Palavra
do Ressuscitado (Ele nos revela as escrituras).
EUCARISTIA, A PRESENÇA DO RESSUSCITADO NO
PÃO PARTILHADO: APRENDER, AGINDO COM O MESTRE.
A terceira parte enfatiza a missão, Jesus ao partir
o pão, é reconhecido pelos discípulos
que retornaram ao caminho para Jerusalém.
ABERTURA OFICIAL:
2º Domingo de Páscoa nas Dioceses, Prelazias,
Paróquias, Comunidades, com criatividade e de forma
celebrativa.
Um destaque na 47ª Assembléia Geral dos Bispos
(2009): Celebração Eucarística ou outro
evento.
Encerramento: Domingo de Cristo-Rei.
COMO FAZER UMA
BOA CONFISSÃO
Disse Jesus: "Eu não
vim chamar os justos, mas os pecadores" (Mt 9,13);
"Haverá mais alegria no Céu por um só
pecador que se arrepende, do que por noventa e nove justos
que não precisam se arrepender" (Lc 15,7); "Se
perdoardes aos outros as ofensas que eles vos fizeram, também
vosso Pai celeste vos perdoará. Mas, se não
lhes perdoardes, também o vosso Pai não vos
perdoará" (Mt 9,13); Disse Jesus aos Apóstolos:
"Recebei o Espírito Santo. A quem perdoardes
os pecados, ser-lhes-ão perdoados. A quem os retiverdes,
ser-lhes-ão retidos" (Jo 20,22-23)
EXAME DE CONSCIÊNCIA
I- O Senhor diz: "Amarás o Senhor teu
Deus com todo o teu coração e com toda a tua
alma" (Dt 6,5).
Que lugar ocupa Deus na minha vida? Amo verdadeiramente
a Deus com todo o meu coração, ou vivo apenas
preocupado com as coisas materiais - trabalho, negócios,
riquezas, bem-estar temporal? Procuro cultivar a minha fé
e a minha formação cristã, participando
de cursos, lendo a Bíblia, o catecismo, etc? Rezo
todos os dias e procuro que os meus familiares também
rezem? Participo habitualmente da Missa aos domingos e dias
santos, ou falto sem motivo justificado? Respeito os bens
alheios? Recusei-me, sem razão, a dar ou a emprestar?
Consagro a Deus o meu trabalho, estudo, doença? Nas
dificuldades, recorro a Deus com fé e perseverança,
ou consulto benzedeiras, centros, seitas e outras coisas
que não condizem com a fé? Colaboro nas atividades
apostólicas da minha paróquia, ou vivo completamente
à margem? Contribuo com o Dízimo?
II- O Senhor diz: "Amai-vos uns aos outros
como Eu vos amei" (Jo 15,12).
Reparto os meus bens com os que são mais pobres do
que eu? Ou sou avarento e egoísta, querendo sempre
o melhor para mim? Dedico parte do meu tempo aos doentes,
à catequese, aos marginalizados? Por quanto depende
de mim, defendo os oprimidos? Sou honesto no emprego, sério
no trabalho e nos negócios? Apodero-me do que não
é meu? Prejudico os outros? Engano-os? Faço
juízos temerários, critico, rogo pragas, alimento
ódio contra alguém? Como filho: sou obediente
e respeitador com os meus pais? Ajudo-os nas necessidades
espirituais e materiais? Dou-me bem com os irmãos?
Como pai ou mãe: sou solícito na educação
e formação cristã dos meus filhos?
Sou demasiado exigente e intolerante para com as suas faltas,
originando conflitos desnecessários? Como marido
ou esposa: sou fiel e amo com todo o coração?
Observo a lei moral e cristã no uso do matrimônio?
Aceito como dom de Deus os filhos, ou tento eliminá-los
provocando o aborto? Aconselhei ou colaborei para que alguém
fizesse o mesmo?
III- O Senhor diz: "Sede perfeitos, como o
vosso Pai do Céu" (Mt 5,48).
Procuro viver na presença de Deus, fazendo o possível
para O agradar, ou vivo como se Deus não existisse?
Recorro ao sacramento da reconciliação quando
tenho necessidade? Comungo com freqüência? Suporto
com paciência e espírito de fé as contrariedades
da vida? Guardo os meus sentimentos e todo o meu corpo na
pureza e na castidade, como templo que sou do Espírito
Santo? Na condução de veículos, respeito
as regras de trânsito? Uso todas as cautelas para
não pôr em risco a minha própria vida
e a dos outros? Abuso da comida ou da bebida? Tomo ou contribuo
para que os outros tomem drogas prejudiciais à saúde?
Provoco escândalo com as minhas conversas, atitudes,
maneiras de vestir? Deleito-me a ver filmes, programas de
TV ou fotografias imorais?
Confissão: É o momento de
apresentar-se ao sacerdote, e com muita naturalidade, confessar
os pecados. É preciso ser claro e objetivo, sem justificações.
Há outras pessoas que esperam para ser atendidas.
Ato de Contrição: Invoquemos
a misericórdia de Deus! Tende piedade de mim, ó
Deus, pela vossa grande misericórdia a apagai os
meus pecados. Criai em mim, ó Deus, um coração
puro. (Sl 50).
Meu Jesus, crucificado por minha culpa, estou arrependido
por ter pecado, pois ofendi a Vós, que sois tão
bom e misericordioso. Perdoai-me, Senhor, não quero
mais pecar.
Absolvição: Terminada a
confissão, o sacerdote pronuncia as palavras da absolvição
fazendo sobre você o sinal da cruz. Coragem, filho!
Os teus pecados estão perdoados. Vai em paz e o Senhor
te acompanhe! (Mt 9,2).
Gratidão: Agradeça a Deus
repetindo algumas destas expressões: a) A bondade
do Senhor veio em meu auxílio! b) A minha alma glorifica
ao Senhor e o meu coração exulta de alegria
em Deus, meu Salvador! (Lc 1,46-47) c) Dou-vos graças,
Senhor, por todos os vossos benefícios.
Penitência: Não se esqueça
de cumprir a penitência com orações
e obras de caridade.
A CATEQUESE NO BRASIL
por Dom Eugênio Rixen
Dom Eugênio Rixen fala sobre a formação
catequética no Brasil e seus desafios
A iniciação cristã
foi um dos temas da segunda coletiva de imprensa realizada
na 47ª Assembleia Geral da CNBB, em Indaiatuba (SP).
O bispo da diocese de Goiás (GO) e presidente da
Comissão Episcopal Pastoral para a Animação
Bíblico-Catequética, dom Eugênio Rixen,
explicou que, no Brasil, há cerca de 600 mil catequistas
“ensinado as nossas crianças a palavra de Deus”.
Ainda segundo dom Eugênio, a iniciação
cristã segue três linhas de pensamento. “A
primeira é tentar formar discípulos nos ensinamentos
de Jesus Cristo, ou seja, evangelizando. A segunda diz respeito
aos processos de formação dos novos catequistas
que devem se apaixonar por Jesus e por seus ensinamentos,
pois só assim conseguiremos atrair novos adeptos
à palavra de Deus. Terceiro, celebrar a fé,
o que nós fazemos na liturgia, por exemplo. Uma fé
que não é celebrada em liturgia, como Jesus
nos ensinou, não pode ser uma verdadeira fé”,
explica.
As barreiras
Questionado sobre as dificuldades em formar novos catequistas,
dom Eugênio fala abertamente que “hoje, sem
dúvida, há um desafio enorme em formarmos
novos catequistas e vejo que esta crise econômica
vem nos atrapalhando ainda mais, pois a falta de dinheiro
e de emprego transforma as pessoas. Elas ficam desprotegidas,
principalmente da palavra de Deus. E é nessas horas
em que devemos agir de forma mais direta. Muitos falam que
catequese é coisa de criança, mas não
podemos esquecer o exemplo de Jesus Cristo, que ‘catequizava
os adultos sem se esquecer de abraçar as crianças’.
Queremos estar mais no mundo dos adultos, dos deficientes,
dos pobres”.
Segundo dom Eugênio, a grande rotatividade
dos catequistas também dificulta sua formação.
O bispo lembra, no entanto, que esforço não
tem faltado para capacitar os catequistas. “Queremos
fortalecer as escolas catequéticas em todo o país,
nas dioceses e nos regionais. Estamos abrindo vários
cursos de pós-graduação em pedagogia
catequética, com reconhecimento pelo Ministério
da Educação, isso ajudará a graduar
melhor os nossos futuros catequistas, diminuindo a evasão”.
ORAÇÕES AO ESPÍRITO SANTO
ORAÇÃO AO DIVINO ESPÍRITO SANTO
Vinde , Espírito Santo , enchei os corações dos vossos fiéis e acendei neles o fogo do vosso amor. Enviai o vosso Espírito e tudo será criado e renovareis a face da terra.
Oremos : Ó Deus , que instruístes os corações dos vossos fiéis com a luz do Espírito Santo , fazei que apreciemos retamente todas as coisas segundo o mesmo Espírito e gozemos sempre da Sua consolação. Por Cristo, Senhor nosso. Amém.
VEM ESPÍRITO SANTO
Vem, Espírito Santo, e envia do alto do céu um raio da Tua luz. Vem, pai dos pobres, doador da divina graça, e luz dos corações. És consolo e defensor, amável hóspede dos corações, e alívio incomparável. És descanso no trabalho, brisa no calor ardente e consolo na aflição. Ò ditosa luz divina, ilumina plenamente o coração dos Teus fiéis. Sem Ti não pode haver em homem algum, jamais, inocência nem bondade. Vem livrar-nos do pecado, abrandar a nossa aridez e curar as nossas feridas. Concede-nos que possamos superar a nossa obstinação, vencer a nossa apatia, e nos guardar no bom caminho. Aqueles que crêem em Ti e em Ti confiam, concede os Teus sete dons sagrados. Como prêmio da virtude, dá-lhes a felicidade e a alegria eterna.
ORAÇÃO PELA EFUSÃO DO ESPÍRITO SANTO
Vem, Espírito Santo, e renova em mim a chama do Teu amor. Enche-me de fé, Senhor, e revela com a Tua luz todos os meus pecados e traumas. Liberta-me, Espírito Santo, e faz de mim uma nova criatura. Santifica o meu espírito e alma, renovando também todo o meu ser, emoções, mente, ouvidos, olhos, lábios e atos. Capacita-me a viver a Palavra de Nosso Senhor Jesus Cristo em toda a sua profundidade. E agora, Santo Espírito, dá-me os Teus dons para que eu possa melhor servir o reino de Deus, amando, indistintamente, todos os meus irmãos. Mas, acima de tudo, derrama o dom do louvor, para que, em tudo e por tudo, eu glorifique o Senhor Nosso Deus. Em nome de Jesus. Amém.
ORAÇÃO PELOS DONS DO ESPÍRITO SANTO
Espírito Santo, concedei-me o dom da sabedoria, a fim de que cada vez mais aprecie as coisas divinas e, abrasado pelo fogo do vosso amor, prefira com alegria as coisas do céu a tudo o que é mundano e me una para sempre a Cristo, sofrendo neste mundo por Seu amor. Espírito Santo, concedei-me o dom do entendimento, para que, iluminado pela luz celeste da vossa graça, bem entenda as sublimes verdades da salvação e da doutrina da santa religião. Espírito Santo, concedei-me o dom do conselho, tão necessário nos melindrosos passos da vida, para que escolha sempre aquilo que mais vos seja do agrado, siga em tudo vossa divina graça e saiba socorrer meu próximo com bons conselhos. Espírito Santo, concedei-me o dom da fortaleza, para que despreze todo respeito humano, fuja do pecado, pratique a virtude com santo fervor e afronte com paciência, e mesmo com alegria do espírito, o desprezo, o prejuízo, as perseguições e a própria morte, antes de renegar por palavras e obras a Cristo. Espírito Santo, concedei-me o dom da ciência, para que conheça cada vez mais minha própria miséria e fraqueza, a beleza da virtude e o valor inestimável da alma e para que sempre veja claramente as ciladas do demônio, da carne, do mundo, a fim de as evitar. Espírito Santo, concedei-me o dom da piedade, que me tornará delicioso o trato e colóquio Convosco na oração e me fará amar a Deus com íntimo amor como a meu Pai, Maria Santíssima e a todos os homens como a meus irmãos em Jesus Cristo. Espírito Santo, concedei-me o dom do temor de Deus, para que eu me lembre sempre, com suma reverência e profundo respeito, da vossa divina presença, trema como os anjos diante da vossa divina majestade e nada receie tanto como desagradar vossos santos olhos! Vinde, Espírito Santo, ficai comigo e derramai sobre mim vossas divinas bênçãos. Em nome de Jesus. Amém.
OS DEZ PRINCÍPIOS DE COMO SE APLICA A AUTORIDADE ESPIRITUAL
- Viver em comunhão diariamente com Deus em oração. Reservar um tempo para orar.
- Ter um tempo dedicado à leitura e meditação da palavra de Deus. Aplicar, estudar, meditar a palavra. Confessar diante do Senhor, com regularidade. Viver na Eucaristia, participar mais de uma vez por semana, pelo menos no domingo.
- Persistir na intercessão. Ficar firme na oração.
- Falar sobre alguém para Deus. Não precisa falar para todo mundo de Deus.
- Procurar compreender na compreensão no poder que há no nome de Jesus. Orar e repreender no nome de Jesus se ele está em nossa vida. Há poder no nome de Jesus.
- Olhar a nossa conduta de filho de Deus de acordo com o Evangelho. Forma de relacionar com as pessoas, com o dinheiro, com as coisas materiais a luz do Evangelho de Jesus.
- Procurar reconhecer e ter capacidade de reconhecer os ataques do inimigo. Ter discernimento com o dom do Espírito Santo. Não lutar contra alguém, lutar no campo espiritual.
- Viver em submissão à vontade de Deus. Aceitar tudo e até os problemas que sejam da vontade de Deus. Como no “Pai Nosso: seja feita a vossa vontade”.
- Inconformidade para com aquilo que Deus não criou para nós. Deus não nos criou para a miséria, para a depressão, para ser pisado pelos outros, criou-nos para ser uma pessoa livre, vitoriosa, mesmo que passe por problemas. Devemos aplicar-nos a mudança.
- Exercer os carismas com os quais o Espírito Santo deixou para a Igreja. Dom de cura, de milagre, de falar em línguas, de profetizar.
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